Ciranda Pedagógica

CENTRO UNIVERSITÁRIO METODISTA DO SUL - IPA (PEDAGOGIA - LICENCIATURA)

Atividade referente às disciplinas de: Educação e Corporeidade; Didática, Necessidades Educativas Especiais e Prática Pedagógica III.


Observação dos alunos em sala de aula, pátio e estrutura física da escola.

Número de alunos total na escola: Em torno de 1200 alunos.

Série que realizou a(s) observação (s): 2º ano do Ensino Fundamental.

Número de alunos total da turma que foi observada: 28

Número de alunos com NEE em toda a escola: São dois alunos Um aluno com muletas no 1º ano do Ensino Médio e um com Hiperatividade 6ª do Ensino Médio.

Número de alunos com NEE na turma observada: Não possui alunos com NEE na turma observada.

Que necessidades: Não se aplica.

Quais as idades respectivamente: Não se aplica.

Quantos professores na turma: Uma Professora

A escola possui acessibilidade físicas e na comunicação (interpretes, etc.), quais? Possui acessibilidade só na parte de baixo da escola, um cadeirante não tem acesso no segundo andar da escola. Possui um banheiro para cadeirante com a pia mais baixa. Não possui interpretes, pois não possui nenhum aluno que necessite.

Descrição do local de observação: estrutura física e organizacional (instalações físicas, direção, secretaria, conselhos, associações/grêmios, turmas/séries, horários de funcionamento, normas disciplinares para estudantes, professores/as e funcionários/as).

A escola possui em torno de 31 salas de aula, está em funcionamento em turno integral, sendo que a noite funciona como EJA, possui uma sala com jogos pedagógicos e livros para crianças das séries iniciais, biblioteca para as demais séries, pátio com duas quadras de vôlei e uma de basquete e futebol, não possui ginásio e nem área de lazer coberta. Sala dos professores, da direção, sala da coordenação pedagógica e secretaria tudo na parte de baixo da escola e de fácil acesso. A observação foi realizada em uma manhã de visitação.

Comente como acontece o processo de matrícula dos alunos com NEEs:
Não ocorre uma diferenciação na matrícula desses alunos.

Como é desenvolvido o programa curricular dos alunos com NEEs, no que se refere ao processo ensino e aprendizagem. Tem adaptação de programa? E quanto ao desenvolvimento das atividades, como acontece?
As aulas são adaptadas de acordo com a NEE de cada aluno nesses dois casos reatados a pedagoga informou que a cada reunião as professoras que acompanham esses alunos relatam o que foi adaptado, por exemplo, para o aluno com Hiperatividade são disponibilizadas mais atividades pois, ele solicita mais, do que os demais em aula, para o aluno de muletas só as aulas de Educação Física são adaptadas mas ela disse que este aluno é muito bem integrado na turma e que até das aulas de futebol ele participa.

Existe um sistema de suporte técnico-pedagógico para o professor que atua com alunos com NEEs.
A pedagoga informou que o apoio pedagógico está sempre a disposição dos professores, mas que não há qualquer tipo de planejamento específico pra auxiliá-los.

Existe atendimento educacional especializado para os alunos que dele necessitarem. Como acontece.
O apoio ocorre com as pedagogas da escola que são duas nos diferentes turnos, caso ocorra a necessidade é marcado uma reunião com a professora, pedagoga e os pais do aluno.

Quanto ao planejamento dos planos de aula. Quais as orientações que são dadas ao professor.
Os planejamentos são estruturados no início do ano letivo e discutidos em reuniões trimestrais.

Que dinâmicas e recursos são utilizadas na sala de aula.
São utilizados recursos sonoros, motores e visuais pois a sala é decorada pelos trabalhos do alunos, recursos sonoros são explorados com o auxilio de vídeos e musicas tocadas para o desenvolvimento das atividades.

Como acontece o processo de avaliação
A avaliação é descritiva aonde são avaliados a postura em sala de aula, as atividades desenvolvidas na sala, o caderno e os temas.

QUANTO A OBSERVAÇÃO NA SALA DE AULA

1 Perfil sócio económico dos/das estudantes.
São alunos de classe média.

2 Estruturação da sala de aula.
As salas possuem cadeiras e classes para todos os alunos, o espaço físico é colorido e bem organizado, a sala possui um armário com materiais coletivos usados por todos em determinadas atividades.

3 Organização dos alunos em sala de aula
Os alunos sentam e duplas, na explicação do professor são bem atentos, quando estão desenvolvendo às atividades alguns ficam mais agitados

4 Descrição das atividades a serem observadas: da participação professor-aluno, e regência do docente, considerando os seguintes aspectos:

pontualidade do(a) docente
A professora conduz os alunos assim que bate o sinal para entrada.

pontualidade dos(as) discentes
No dia em que eu fui observar só um aluno chegou atrasado e outro faltou, a professora pediram que fizessem fila para se dirigir para sala de aula.

postura do(a) docente regente frente à turma
A professora é muito amável e os alunos adoram ela, os alunos a respeitam e sempre que são chamados atenção eles a atendem.

resolução de situações-problema
A professora conversa e sempre tenta trazer um exemplo do cotidiano delas para sala de aula.

relação aluno(a)/aluno(a)
Todos se dão muito bem, são muito comunicativos e as vezes levantavam para conversar entre si.

relação professor(a)/aluno(a)
Existe uma reação de respeito e afetuosidade, a professora é bastante calma e atende sempre os questionamentos dos alunos. Sempre que precisa de atenção para a explicação da matéria a professora chama os alunos e na maioria das vezes eles param a conversa.

desenvolvimento das atividades
As atividades na sua maioria são atividades bem dinâmicas, os alunos fazem quase sempre de duplas, algumas coisas são passadas no quadro.

Dinâmica de sala de aula (métodos)
Atividades de socialização, são realizadas em duplas ou grupos, algumas não são aceitas por todos os alunos que demonstram alguma insatisfação, mas logo a professora enta num concenso e a atividade é aplicada.

uso da linguagem
A linguagem utilizada era de acordo com o momento de sala de aula, a professora era mais enfática nas horas de propor as atividades e posicionamento dos alunos na sala.

avaliação
A avaliação é realizada pela postura das crianças em sala de aula, os cadernos, atividades desenvolvidas em sala e os temas.

HISTÓRICO DE SUA PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA:
a) Solicitar informações sobre a participação na EF escolar e em atividades de recreação e lazer.
A atividade de Educação física é realizada em um período no pátio sem um professor especifico pra isso, é disponibilizado bola e corda ou outro mateiral que esteja disponível na sala de educação física. Não há um planejamento pra aula.
b) A turma realiza atividades com professor(a) regente da turma ou professor de educação física.
Não tem professor de educação física para a turma é a professora de sala de aula que vai com as crianças para o pátio da escola.
c) Identificar adaptações realizadas em jogos, atividades recreativas e práticas desportivas.
Não há adaptações porque não existe alunos com NEE na sala.
d) Como foi a atuação do professor(a).
O professor disponibiliza o materiais para os alunos e faz com que sigam ela numa atividade de alongamento inicial, depois ela deixou eles com bolas e corda de pular.
e) Fatores motivacionais para a prática de atividade.
A professora inicia a atividades com os alunos mas logo eles oedem para jogar bola ou brincar entre eles.
f) O aluno(a) sente alguma dor, desconforto no dia a dia?
A professora disse que na maioria dos dias não ocorre.

(Educação e Corporeidade; Didática Planejamento e Avaliação; Necessidades Educativas Especiais e Prática Pedagógica III)

CANTIGAS DE RODA


CANTIGAS DE RODA

As cantigas de roda são manifestações do nosso folclore regional. Fazem parte da ludicidade infantil e são acompanhadas de encenações. Possuem letras, melodias e ritmo simples, sendo de fácil entendimento e memorização pelas crianças. Geralmente apresentam um compasso binário.

As brincadeiras de roda ajudam as crianças na socialização, desinibição, exige das crianças o toque corporal e o olhar frente a frente, auxiliam no desenvolvimento corporal e expressão, ajudando numa importante integração em sala de aula.

Abaixo seguem alguns exemplos de cantigas bem populares:

CIRANDA, CIRANDINHA

Ciranda, cirandinha
Vamos todos cirandar
Vamos dar a meia volta
Volta e meia vamos dar

O anel que tu me deste
Era vidro e se quebrou
Oa mor que tu me tinhas
Era pouco e se acabou

Cavalheiro troca o par
Este par não é o meu
Este par está trocado
O meu está de azul
Este está de encarnado

NÃO ATIRE O PAU NO GATO

Não atire o pau no gato-to
Porque isso-so
Não se faz, faz, faz
O gatinho-nho
É nosso amigo-go
Não devemos, não devemos
Maltratar os animais!
Jamais!!

MARCHA SOLDADO

Marcha Soldado
Cabeça de Papel
Se não marchar direito
Vai preso pro quartel

O quartel pegou fogo
A polícia deu sinal
Acorda acorda acorda
A bandeira nacional

SAMBA CRIOULA

Samba crioula
Que veio da Bahia
Pega a criança
E joga na bacia

Abacia é de ouro
Areada com sabão
E depois de areada
Enxugada com um roupão
Com o roupão

O roupão é de seda
Camisinha de filó
Cada um pegue seu par
Para dar benção a vovó

Abenção, vovó !
Abenção, vovó!

PIRULITO QUE BATE BATE

Pirulito que bate bate
Pirulito que já bateu
Quem gosta de mim é ela
Quem gosta dela sou eu

Pirulito que bate bate
PIrulito que já bateu
A menina que eu gostava
Não gostava como eu


CAPELINHA DE MELÃO

Capelinha de melão
É de São João
É de cravo, é de rosa,
É de manjericão
São João está dormindo
Não acorda, não
Acordai, acordai,
Acordai, João!

SAMBA LÊLÊ

Samba Lelê está doente
Está com a cabeça quebrada
Samba Lelê precisava
De umas dezoito lambadas

Samba , samba, Samba ô Lelê
Pisa na barra da saia ô Lalá (BIS)

Ó Morena bonita,
Como é que se namora ?
Põe o lencinho no bolso
Deixa a pontinha de fora

Ó Morena bonita
Como é que se casa
Põe o véu na cabeça
Depois dá o fora de casa

Ó Morena bonita
Como é que cozinha
Bota a panela no fogo
Vai conversar com a vizinha

Ó Morena bonita
Onde é que você mora
Moro na Praia Formosa
Digo adeus e vou embora

O CRAVO E A ROSA

O Cravo brigou com a rosa
Debaixo de uma sacada
O Cravo ficou ferido
E a Rosa despedaçada

O Cravo ficou doente
A Rosa foi visitar
O Cravo teve um desmaio
A Rosa pos-se a chorar

A BARATA DIZ QUE TEM

A Barata diz que tem sete saias de filó
É mentira da barata, ela tem é uma só
Ah ra ra, iá ro ró, ela tem é uma só !

A Barata diz que tem um sapato de veludo
É mentira da barata, o pé dela é peludo
Ah ra ra, Iu ru ru, o pé dela é peludo !

A Barata diz que tem uma cama de marfim
É mentira da barata, ela tem é de capim
Ah ra ra, rim rim rim, ela tem é de capim

A Barata diz que tem um anel de formatura
É mentira da barata, ela tem é casca dura
Ah ra ra , iu ru ru, ela tem é casca dura

A Barata diz que tem o cabelo cacheado
É mentira da barata, ela tem coco raspado
Ah ra ra, ia ro ró, ela tem coco raspado

FONTE:

http://www.muitamusica.com.br/23683-cantigas-populares/672558-brincadeiras-de-roda/letra/ (data:10/06/2010)
http://www.sppapetropolis.org.br/curiosid.htm (data:25/06/2010)
http://www.alzirazulmira.com/cantigas.htm#marcha (data:26/06/2010)

(Educação e Corporeidade)


PLANO DE AULA DE EDUCAÇÃO FÍSICA
EDUCAÇÃO E CORPOREIDADE
Prof.ª ALESSANDRA SILVA QUADROS
ACADÊMICAS: BÁRBARA AZAMBUJA, EMILLY SILVA E PAOLA SATURNINO.

DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Professoras: Bárbara Azambuja, Emilly Silva e Paola Saturnino.
Escola: Ciranda Pedagógica
Turma: Manhã
Série: 3º ano
Data: 11/06/2010

TRANSTORNOS DE TIQUES E DEFICIENTES FÍSICOS

OBJETIVO
Promover a integração e socialização dos alunos nas atividades propostas, desenvolvendo o aspecto cognitivo através das perguntas e do tema proposto pelo professor. Desenvolver o aspecto motor, motricidade ampla, atenção e reflexo.

RECURSOS
· Bola;
· Garrafa de água mineral 5l vazia;
· Cartões com perguntas;

ORGANIZAÇÃO PRAGMÁTICA DO TEMPO DE AULA
Tempo de aula: 45min
Parte inicial: 10min

ABRIR A PORTA

Os jogadores de mãos dadas formam um círculo, exceto um que ficará de fora. Dado o sinal, o jogador que está fora do círculo caminhará e gritará: janelinha, janelinha, portinha, campainha. Nesse momento ele bate nas costas de um dos colegas, este terá que sair e tentar pegá-lo enquanto ele tenta pegar o lugar deixado pelo colega. Como nós temos alunos com Necessidades Educativas Especiais às crianças não podem correr terão que caminhar para que todos possam participar sem se machucar.
Parte principal: 30min

TU FALAS E EU RETRUCO

Formação em círculo, onde cada participante será numerado. O professor segurando uma bola inicia uma visita a um Zoológico, por exemplo. Eu fui ao Zoológico e, logo na entrada, avistei UMA arara, o aluno com o número UM pega a bola e retruca UMA arara não, SEIS macacos, atirando a bola no número SEIS. O aluno correspondente ao número SEIS retruca SEIS macacos não, QUINZE tartarugas, tocando a bola no colega correspondente ao número. E assim por diante. Quando alguém errar, ou deixar a bola cair no chão, deve sortear uma pergunta que está no pote ao centro da roda, depois de responder todos trocam de lugar e o aluno que “errou” inicia uma nova rodada, porém, visitando outro lugar.
Parte Final: 05min

RELAXAMENTO

Sentados em rodinha as crianças devem fechar os olhos, inspirando pelo nariz e expirando pela boca, devem prestar atenção na passagem de ar por dentro do corpo e devem fazer o ar chegar até a barriga, sempre que inspirarem procurar encher primeiro os pulmões depois a barriga. Repetir cinco vezes este ciclo. Assim que as crianças ficaram calmas pedimos para que imaginem um campo bem verdinho com flores bem coloridas, vamos fazer com que as crianças cheguem perto das flores e sintam o seu cheiro, depois elas vão enxergar um rio bem calminho, com águas limpinhas e com peixes coloridos. Agora elas vão sentir o calorzinho do sol que esta sobre elas, o professor vai resaltar que as crianças sintam o calor do sol em todo corpo e como essa sensação é gostosa e quentinha. Após essa sensação de bem estar o professor irá pedir para que as crianças comecem bem devagar a espreguiçar e bocejar abrindo os olhos bem devagar. Finalizando assim a aula e retornando para sala de aula.

(Educação e Corporeidade)

FOTOS:



AULA DE EDUCAÇÃO FÍSICA EDUCAÇÃO E CORPOREIDADE



Prof.ª ALESSANDRA SILVA QUADROS



ACADÊMICAS: BÁRBARA AZAMBUJA, EMILLY SILVA E PAOLA SATURNINO.





PAOLA, EMILLY E BÁRBARA


GARRAFA COM AS PERGUNTAS DA ATIVIDADE PRINCIPAL


EXPLICAÇÃO DA ATIVIDADE



DESENVOLVIMENTO DA ATIVIDADE






(Educação e Corporeidade)

Professora: Elisangela Ribas

DEFESA SOBRE PLANEJAMENTO EM SALA DE AULA

Bárbara Reis da Silva Azambuja

Este trabalho tem por objetivo defender o planejamento em sala de aula com base no livro Planejamento Como Prática Educativa (1986), de Danilo Gandin.

O planejamento é fundamental para que o conteúdo a ser trabalhado em sala de aula alcance o seu objetivo e eficiência. Conforme Gandin (1986, p.16): “O planejamento e um plano ajudam a alcançar a eficiência. Isto é, elaboram-se planos, implanta-se um processo de planejamento a fim de que seja bem feito aquilo que se faz dentro dos limites previstos para aquela execução.” .

A eficácia é outro ponto a ser atingido com o propósito de que o que for aplicado atinja a todos em aula. De acordo com Gandin (1986, p.17): “A eficácia é atingida quando se escolhem, entre muitas ações possíveis, aquelas que, executadas, levam à consecução de um fim previamente estabelecido e condizente com aquilo que se crê.” .

O planejamento tem a sua importância não só em sala de aula, mas também nas atividades humanas, é importante que o professor leve o planejamento para a sua vida pessoal, pois é um profissional que não pode e nem deve separar a sua vida pessoal da profissional. Conforme cita Gandin (1986, p.17):

É evidente que esta finalidade só é alcançada quando o processo de planejamento é concebido como uma prática que sublinhe a participação, a democracia, a libertação. Então o planejamento é uma tarefa vital, união entre vida e técnica para o bem estar do homem e da sociedade.

É de extrema importância que tenhamos a finalidade do plano de aula bem definida, para que o plano elaborado seja bem aplicado, tenha o seu objetivo alcançado e seja bem compreendido. Gandin (1986, p.18 e 19) cita que existem pontos essenciais que não podem faltar em um planejamento:

“Todas as definições que incluo – elas serão muito mais provavelmente – têm em comum pontos essenciais, sem o que não se pode falar em planejamento.
a) Planejar é transformar a realidade numa direção escolhida.
b) Planejar é organizar a própria ação (de grupo, sobretudo).
c) Planejar é implantar “um processo de intervenção na realidade” (ELAP).
d) Planejar é agir racionalmente.
e) Planejar é dar clareza e precisão à própria ação (de grupo, sobretudo).
f) Planejar é explicar os fundamentos da ação do grupo.
g) Planejar é por em ação um conjunto de técnicas para racionalizar a ação.
h) Planejar é realizar um conjunto orgânico de ações, proposto para aprimorar uma realidade a um ideal.
i) Planejar é realizar o que é importante (essencial) e, além disso, sobreviver... se isso for essencial (importante).”

Adotando algumas destas definições na confecção do Planejamento se espera que os problemas sejam sanados, mas ainda surgiram questionamentos fundamentais para a execução e aplicação do plano em aula, questionamentos essenciais para Gandin (1986, p.19):

“... estará colocando em sua reflexão alguns elementos que tenderão a questionar continuamente sua ação. Esses questionamentos se farão, essencialmente, em três sentidos:
a) no planejamento temos em vista a ação, isto é, temos consciência de que a elaboração é apenas um dos aspectos do processo e que há necessidade da existência do aspecto execução e do aspecto avaliação;
b) no planejamento temos em mente que sua função é a de tornar clara e precisa a ação, de organizar o que fazemos, de sintonizar ideias, realidade e recursos para tornar mais eficientes nossa ação;
c) temos como definida e em vivencia a ideia de que todo o autoritarismo é pernicioso e que todas as pessoas que compõem o grupo devem participar (mais ou menos, de uma forma ou de outra) de todas as etapas, aspectos ou momentos do processo. ”


Para que os planos de aulas sejam eficientes na sua aplicação devemos sempre nos questionar: - O queremos alcançar? Dessa forma delimitamos nos posicionando ao assunto a ser proposto e discutido em sala de aula.

Devemos ter em mente três pontos bem claros: a elaboração, a execução e a avaliação para que o planejamento seja aplicado de forma satisfatória e alcance os seus objetivos. Segundo Gandin (1986, p.22) planejar é:

“elaborar – decidir que tipo de sociedade e de homem se quer e que tipo de ação educacional é necessário para isso; verificar a que distancia se está deste tipo de ação e até que ponto se está contribuindo para o resultado final que se pretende; propor uma série orgânica de ações para diminuir essa distância e para contribuir mais para o resultado final estabelecido;

executar – agir em conformidade com o que foi proposto;

avaliar – revisar sempre cada um desses momentos e cada uma das ações, bem como um dos documentos deles derivados. "


(Didática Planejamento e Avaliação)

Profª: Francisco Dutra dos Santos Jr.

QUESTÕES DO ART. 13 AO ART.19

RESOLUÇÃO CNE/CNB Nº2, DE 11 DE SETEMBRO DE 2001.

Institui Diretrizes Nacionais para a Educação Especial Básica.

1. Conforme o Art.13 os sistemas de ensino devem estar de forma integrada com os sistemas de saúde. Para que isso é necessário? Explique.

2. Conforme o Art. 14 os sistemas públicos de ensino devem ser responsável pela identificação, análise, avaliação da qualidade e da idoneidade, bem como pelo credenciamento de escolas ou serviços, públicos e privados. Tais responsabilidades visão estabelecer qual o tipo de atendimento?

3. No Art.15 consta que a organização e a operacionalização dos currículos escolares são de competência e responsabilidade dos estabelecimentos de ensino. O que devem constar nos seus projetos pedagógicos?

4. Conforme o Art.16 o que deve constar na certificação de conclusão de escolaridade do aluno com grave deficiência mental ou múltipla, que não apresentar resultados de escolarização?

5. No Art.17 com base nos princípios da educação inclusiva deve atender de que forma os alunos com necessidades especiais? Que tipo de parcerias as escolas de educação profissional podem realizar para construir competências necessárias à inclusão dos seus alunos?

6. Conforme o Art.18 o que é necessário para que um professor seja capacitado para atuar em classes comuns com alunos que apresentam necessidades educacionais especiais? Que tipo de competências os professores especializados em educação especial devem desenvolver?

7. No Art.19 as diretrizes curriculares nacionais estão dispostas para a educação básica e também para qual outra?

(Prática Pedagógica III)




1 INTRODUÇÃO

A elaboração deste trabalho tem por objetivo definir, identificar, os diferentes tipos de deficientes físicos e suas características. O artigo citado apresenta a Lei regulamentadora da Inclusão do aluno com Necessidades Educativas Especiais (NEE) em escola regular.

A percepção do professor ao identificar o aluno com a Deficiência, a adequação da escola e sala de aula para o aluno com Necessidades Educativas Especiais (NEE).

Identificar os aspectos educacionais importantes para a prática pedagógica com o portador de deficiência física, visando o desenvolvimento e aprendizagem da criança com necessidades especiais e o desenvolvimento neuropsicomotor. A importância do ambiente no desenvolvimento dessa criança, a utilização de recursos e materiais pedagógicos adaptados, desenvolvimento de Atividades Cooperativas.

A inclusão no meio escolar e social do portador de deficiência física.



2 DEFINIÇÃO

É a alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano, acarretando o comprometimento da função física, apresentando-se sob a forma de paraplegia, paraparesia, monoplegia, monoparesia, tetraplegia, tetraparesia, triplegia, triparesia, hemiplegia, hemiparesia, ostomia, amputação ou ausência de membro, paralisia cerebral, nanismo, membros com deformidade congênita ou adquirida, exceto as deformidades estéticas e as que não produzam dificuldades para o desempenho de funções (Decreto nº 5.296/04, art. 5º, §1º, I, “a”, c/c Decreto nº 3.298/99, art. 4º, I).


3 TIPOS / CARACTERÍSTICAS

• Amputação – perda total ou parcial de um determinado membro ou segmento de membro;

• Paraplegia – perda total das funções motoras dos membros inferiores;

• Paraparesia – perda parcial das funções motoras dos membros inferiores;

• Monoplegia – perda total das funções motoras de um só membro (inferior ou superior);

• Monoparesia – perda parcial das funções motoras de um só membro (inferior ou superior);

• Tetraplegia – perda total das funções motoras dos membros inferiores e superiores;

• Tetraparesia – perda parcial das funções motoras dos membros inferiores e superiores;

• Triplegia – perda total das funções motoras em três membros;

• Triparesia – perda parcial das funções motoras em três membros;

• Hemiplegia – perda total das funções motoras de um hemisfério do corpo (direito ou esquerdo);

• Hemiparesia – perda parcial das funções motoras de um hemisfério do corpo (direito ou esquerdo);

• Ostomia – intervenção cirúrgica que cria um ostoma (abertura, ostio) na parede abdominal para adaptação de bolsa de fezes e/ou urina; processo cirúrgico que visa à construção de um caminho alternativo e novo na eliminação de fezes e urina para o exterior do corpo humano (colostomia: ostoma intestinal; urostomia: desvio urinário);

• Paralisia Cerebral – lesão de uma ou mais áreas do sistema nervoso central, tendo como consequência alterações psicomotoras, podendo ou não causar deficiência mental.


4 LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL.

A Educação Especial na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - Lei 9394 de 20 de dezembro de 1996

Capítulo V- Da Educação Especial- (Artigos 58 ao 60)

A lei entende como educação especial a modalidade de educação escolar, oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos portadores de necessidades especiais. Haverá, quando necessário, serviços de apoio especializado, na escola regular, para atender às peculiaridades da clientela de educação especial. O atendimento educacional será feito em classes, escolas ou serviços especializados, sempre que, em função das condições específicas do aluno, não for possível a sua integração nas classes comuns de ensino regular.

A oferta de educação especial é dever constitucional do Estado e tem início na faixa etária de zero a seis anos, durante a educação infantil, devendo os sistemas de ensino assegurarem aos educandos com necessidades especiais, currículos, professores e outras condições de organização escolar adequadas às necessidades, inclusive dos superdotados.

Em todo o mundo se iniciou um processo de reintegração da criança portadora de deficiências ou distúrbios de aprendizagem na Escola e classes comuns.

O nome desse movimento mundial é Educação Inclusiva, que propõe o atendimento da criança em classes comuns, garantindo-se as especificidades necessárias, com um atendimento de um professor especialista ao professor da classe comum.

O mais importante documento que norteia a Educação Inclusiva é a Declaração de Salamanca.

Esta é ao mesmo tempo, uma Declaração de Direitos e uma proposta de ação. Surgiu na Conferência Mundial, patrocinada pela UNESCO em junho de 1994, em Salamanca, na Espanha.

Tem como objetivo maior garantir o direito a todos os alunos, com qualquer grau de deficiência ou distúrbio de aprendizagem, ao que comumente chamamos e Educação Comum.


5 O PROFESSOR IDENTIFICA AS DIFICULDADES.

O professor é que na maioria dos casos sugere aos pais a busca por orientação médica, essa orientação se dá através de uma observação severa dos movimentos da criança, comportamentos como o de cabeça e tronco, sentar rolar, na hora da alimentação e do sono não fundamentais para esse diagnóstico de alterações importantes no desenvolvimento.

Pode ocorrer o caso de a criança já ter sido diagnosticada com a deficiência, o objetivo então se torna o de inclusão no ambiente escolar, permitindo que ela faça parte das propostas definidas para a turma participando e sendo assistida pelo professor atentamente.

Considerando o aspecto legal inserido na lei, e o científico em que de acordo com Vygotsky apud CARNEIRO (1991, p.101) "o ser humano cresce num ambiente social e a interação com outras pessoas é essencial a seu desenvolvimento", estas exigências requererem da escola uma nova estrutura, um novo conceito em relação à formação do futuro cidadão e uma visão renovada de seus conceitos e pré-conceitos com relação ao diferente.

"A questão da integração representa um movimento de inovação do sistema de ensino que, em princípio, já deveria existir, abrangendo as diferenças existentes mesmo entre os não deficientes" CARNEIRO (1997, p.33).



6 MODIFICAÇÃO DO AMBIENTE ESCOLAR

Algumas modificações são necessárias para a inclusão dos portadores de deficiência física, abaixo segue uma lista com sugestões para melhorar a acessibilidade e o convívio.

6.1 MODIFICAÇÕES NO PRÉDIO ESCOLAR:

1. Pequenos degraus inclinados ou rampas.

2. Corrimões próximos a bebedouros, a assentos dos banheiros e à lousa.

3. Remoção de classes para possibilitar a passagem de cadeira de rodas, ou muletas.

4. Modificação, nas classes e cadeiras para maior conforto dos que tipoias, órteses e próteses.

5. Tapetes antiderrapantes.

6. Portas largas.

7. Cantos arredondados no mobiliário.

6.2 MODIFICAÇÕES EM SALA DE AULA

1. Forrar a classe com papel, com fita adesiva, para facilitar à escrita.

2. Suportes para livros.

3. Assentos giratórios nas carteiras.

4. Descanso para os pés.

5. Aumentar o calibre do lápis, enrolando-o com fita crepe, cadarço ou ainda espuma.

6. Mobília que atenda problemas específicos do aluno.

7. Providenciar ajudas especifica conforme as necessidades do aluno.

7 DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM DA CRIANÇA COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS EM RELAÇÃO À DEFICIÊNCIA FÍSICA

O modo que ocorre o desenvolvimento de uma criança sem deficiência deve ser a base para qualquer avaliação da criança com deficiência física. Devemos avaliar alguns pontos principais para o desenvolvimento de toda criança.

• O desenvolvimento ocorre da cabeça para os pés. Primeiro controla os olhos, depois as mãos e braços, posteriormente ocorre o domínio dos pés, passando a explorar o meio.

• O desenvolvimento também ocorre da área central do corpo para a periférica, primeiro ocorre o domínio do braço e coxa, depois mãos e pés e logo após os dedos, partindo assim do geral para o específico dos grandes para os pequenos músculos.

Conforme os autores:
É normal que a criança com deficiência encontre dificuldades na interação com o meio, mas mesmo essas diferenças não deverão ser entendidas como padrão de dificuldades que pode ser estabelecido para julgar todas as crianças que se enquadram nesse perfil. A qualidade do relacionamento com os adultos (pais na família, professor na escola) será determinante para minorar ou agravar a descoberta de habilidades e de possibilidades da criança nas suas tentativas de interação social (VAYER & RONCIN, 1989).

8 MATERIAIS E RECURSOS ADAPTADOS

Cada aluno apresenta um tipo de NEE em especial, os materiais devem ser adaptados com o propósito de facilitar e auxiliar o aprendizado desse aluno. Os materiais devem ser confeccionados a partir da necessidade do aluno em sala de aula.

Devemos levar em consideração alguns pontos necessários para a confecção do material:

• Necessidades do aluno;
• Características físicas e motoras;
• O desenvolvimento e interação do aluno no ambiente de aula
• Observar o aluno no contexto em sala de aula;
• Definir os materiais utilizados;
• Experimentar o material com o aluno;
• Observar se o material supriu as necessidades do aluno, adaptando sempre que necessário.



8.1 BANCO DE IDÉIAS DE MATERIAIS ADAPTADOS

8.1.1 Dominó das cores

Facilitam à nomeação das cores, as peças são grandes e para facilitar o manuseio, o material pode ser higienizado, pois é confeccionado com tinta lavável.
Descrição: Material feito em madeira, medindo 4 cm de comprimento, 9 cm de largura e 1 cm de espessura. Cada peça possui duas cores. Uso de tinta lavável.

8.1.2 Jogo da memória

Desenvolve a memória visual e atenção concentrada, pode ser trabalhada com figuras que contenham meios de transporte, relação entre quantidade e numeral ou qualquer outro assunto trabalhado em sala de aula. O material é de simples manuseio, pode ser manuseado com pinças laterais, em dois ou mais dedos ou ambas as mãos para empurrar e virar as peças.
Descrição: Jogo elaborado com tampas de maionese ou qualquer outro tipo de tampa do tipo médio a grande, colados sobre pares de figuras.

8.1.3 Quadro Agarradinho

Disponibiliza ao aluno uma alternativa de comunicação. Desenvolvido para alfabetização de alunos com paralisia cerebral.
Descrição: Material confeccionado com lâmina de compensado, forrado com espuma fina e encapado com tecido emborrachado. Quatro faixas de velcron que permitem grudar saquinhos cheios de areia ou arroz. Nesses saquinhos são colados numerais, letras ou formas geométricas. O quadro mede 70 cm de comprimento por 50 cm de largura, tamanho ajustável à necessidade do aluno.

8.1.4 Multiplicação em Pizza

Material confeccionado para alunos com dificuldades em manusear lápis e papel. Permite a multiplicação entre os números apenas trocando o multiplicador central.
Descrição: Em madeira de forma circular, com diâmetro de 35 cm e espessura de 2 cm, no centro possui uma abertura também em forma de círculo, na qual os multiplicadores podem ser trocados. Recurso acompanhado de toquinhos de madeiras em forma de quadrados com os numerais inscritos, que serão utilizados para exibir o resultado da operação aritmética.

8.1.5 Atividades de recorte

A criança com deficiência física não pode participar de atividades de recorte e colagem a menos que a tesoura seja adaptada, temos que analisar qual é o tipo de habilidade (fechar ou bater a mão) desse aluno e assim construirmos uma tesoura adaptada. Se esse aluno não consegue usar a tesoura e segurar o papel devemos passar a atividade que era individual para coletiva, um aluno segura o papel, o outro recorta e um próximo passa a cola, assim todos juntos podem participar da atividade.

8.1.6 Atividades de Desenho e Pintura

Para as atividades de desenho e pintura podemos desenvolver algumas adaptações, podemos fixar a folha com fita adesiva na classe, adaptar o lápis de colorir com espuma macia enrolada na volta do lápis para aumentar a superfície de contato, adaptar uma bola de borracha encontrada em farmácias e utilizada como “sugador de leite” no lápis, são algumas possibilidades além de órteses para melhorar a posição da mão.

9 ADAPTAÇÕES DE ACESSO AO CURRÍCULO

Conforme: Parâmetros curriculares Nacionais: Adaptações Curriculares / Secretaria de Educação Fundamental. Secretaria de Educação Especial. – Brasília: MEC / SEF/SEESP, 1998.

Correspondem ao conjunto de modificações nos elementos físicos e materiais do ensino, bem como aos recursos pessoais do professor quanto ao seu preparo para trabalhar com os alunos. São definidas como alterações ou recursos espaciais, materiais ou de comunicação que venham a facilitar os alunos com necessidades educacionais especiais a desenvolver o currículo escolar.

9.1 MEDIDAS DE ADAPTAÇÕES DE ACESSO AO CURRÍCULO

• criar condições físicas, ambientais e materiais para o aluno na sua unidade escolar de atendimento;

• propiciar os melhores níveis de comunicação e interação com as pessoas com as quais convive na comunidade escolar;

• favorecer a participação nas atividades escolares;

• propiciar o mobiliário específico necessário;

• fornecer ou atuar para a aquisição dos equipamentos e recursos materiais específicos necessários;

• adaptar materiais de uso comum em sala de aula;

• adotar sistemas de comunicação alternativos para os alunos impedidos de comunicação oral (no processo de ensino aprendizagem e na avaliação).

9.2 SUGESTÕES AO ACESSO DO CURRÍCULO

• agrupar os alunos de uma maneira que facilite a realização de atividades em grupo e incentive a comunicação e as relações interpessoais;

• propiciar ambientes com adequada luminosidade, sonoridade e movimentação;

• encorajar, estimular e reforçar a comunicação, a participação, o sucesso, a iniciativa e o desempenho do aluno;

• adaptar materiais escritos de uso comum: destacar alguns aspectos que necessitam serem apreendidos com cores, desenhos, traços; cobrir partes que podem desviar a atenção do aluno; incluir desenhos, gráficos que ajudem na compreensão; destacar imagens; modificar conteúdos de material escrito de modo a torná-lo mais acessível à compreensão etc.;

• providenciar adaptação de instrumentos de avaliação e de ensino aprendizagem;

• favorecer o processo comunicativo entre aluno-professor, aluno aluno, aluno adultos;

• providenciar softwares educativos específicos;

• despertar a motivação, a atenção e o interesse do aluno;

• apoiar o uso dos materiais de ensino-aprendizagem de uso comum;

• atuar para eliminar sentimentos de inferioridade, menos valia e fracasso.

9.3 ALUNOS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA

• sistemas aumentativos ou alternativos de comunicação adaptado às possibilidades do aluno impedido de falar: sistemas de símbolos (baseados em elementos representativos, em desenhos lineares, sistemas que combinam símbolos pictográficos, ideográficos e arbitrários, sistemas baseados na ortografia tradicional, linguagem codificada), auxílios físicos ou técnicos (tabuleiros de comunicação ou sinalizadores mecânicos, tecnologia microeletrônica), comunicação total e outros;

• adaptação dos elementos materiais: edifício escolar (rampa deslizante, elevador, banheiro, pátio de recreio, barras de apoio, alargamento de portas etc.); mobiliário (cadeiras, mesas e carteiras); materiais de apoio (andador, coletes, abdutor de pernas, faixas restringidoras etc.); materiais de apoio pedagógico (tesoura, ponteiras, computadores que funcionam por contato, por pressão ou outros tipos de adaptação etc.);

• deslocamento de alunos que usam cadeira de rodas ou outros equipamentos, facilitado pela remoção de barreiras arquitetônicas;

• utilização de pranchas ou presilhas para não deslizar o papel, suporte para lápis, presilha de braço, cobertura de teclado etc.;

• textos escritos complementados com elementos de outras linguagens e sistemas de comunicação.

10 CONCLUSÃO

A Integração Escolar é um movimento que visa acabar com a segregação favorecendo, assim as intenções sociais de estudantes deficientes com estudantes considerados normais. Atualmente já é possível perceber resultados positivos a nível de ensino e da aprendizagem (Englert et AL.,1992; Skrtic et AL., 1996; Wang, 1996).

Podemos perceber que a adaptação do meio escolar para as crianças que apresentam Necessidades Educativas Especiais é bastante trabalhosa e diária, mas é dever do cidadão ter direito a educação em escolas regulares e o professor em conjunto com todo o meio escolar deve ser capaz de proporcionar a inclusão em sala de aula e com os demais colegas para que todos ganhem com esse convívio, o retorno a dedicação é enorme são crianças que respondem aos estímulos propostos e só trazem ganhos para todos inseridos no processo de inclusão escolar. Pais, professores, direção, pedagogas e colegas de aula todos serão capazes de identificar o quão é valida essa integração para a vida em sociedade.



REFERÊNCIAS

http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?185 Acesso em: 20 março. 2010.

http://portal.mec.gov.br/index.php?Itemid=860&catid=192%3Aseesp-esducacao-especial&id=12654%3Asaberes-e-praticas-da-inclusao-educacao-infantil&option=com_content&view=article Acesso em: 12 abril. 2010.

http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/rec_adaptados.pdf Acesso em 16 abril. 2010.

http://www.musica.ufrn.br/licenciatura/pcn.pdf Acesso em 05 maio. 2010

Schirmer, Carolina R. et al. Atendimento Educacional Especializado. Deficiência Física. Brasília/ DF 2007.

Saberes e práticas da inclusão: desenvolvendo competências para o atendimento às necessidades educacionais de alunos com deficiência física/neuro-motora. [2. ed.] / coordenação geral SEESP/MEC. - Brasília: MEC, Secretaria de Educação Especial, 2006. 36 p. (Série: Saberes e práticas da inclusão)

CARNEIRO, Rogéria. Sobre a Integração de Alunos Portadores de Deficiência no Ensino Regular. Revista Integração. Secretaria de Educação Especial do MEC, 1997.

B823p Brasil. Secretaria de Educação Especial. Portal de ajudas técnicas para educação: equipamento e material pedagógico para educação, capacitação e recreação da pessoa com deficiência física: recursos pedagógicos adaptados / Secretaria de Educação Especial - Brasília: MEC: SEESP, 2002, fascículo 1. 56p: il.

Mantonvan. Maria Teresa Eglér. A integração de pessoas com deficiência: contribuições para uma reflexão sobre o tema. São Paulo; Memmon; Editora SENAC. 1997.



(Necessidades Educativas Especiais)
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Porto Alegre, RS, Brazil
Sou estudante de Pedagogia - Licenciatura da Rede Metodista de Educação do Sul - IPA, do 3º sem do ano letivo de 2010/1. Este Blog tem por objetivo a exibição do material desenvolvido e trabalhado em sala de aula durante o semestre.

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